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Egresso e docentes do PPGE trazem novas ocorrências de interação entre pererecas e microcrustáceos que vivem em bromélias

O trabalho intitulado “Novel records of phoresy among microcrustaceans and bromeliad treefrogs in the Atlantic Rainforest of Northeast Brazil” ou “Novos registros de forésia entre microcrustáceos e pererecas de bromélias em Mata Atlântica do Nordeste do Brasil”, em português (tradução livre), foi publicado, nesta semana, na revista europeia Herpetology Notes. Este é um dos capítulos da dissertação do egresso Alan Pedro de Araújo, orientado pelos Professores Doutores Geraldo Moura, Moacir Tinoco e Mauro Melo Júnior - todos membros permanentes do PPGE.

As novas ocorrências que o artigo traz fala sobre microcrustáceos, que vivem na água acumulada entre as folhas de bromélias, pegando carona em pererecas para poder se deslocarem de um lugar a outro. Esta interação, conhecida pela ciência como forésia, já foi relatada em outras pererecas do Brasil, mas nunca para o Nordeste e nem para as espécies de pererecas relatadas no trabalho. Com essa pesquisa, começa a se ter conhecimento de como invertebrados que vivem em bromélias conseguem se dispersar e sobre a importância das pererecas em proporcionar tal dispersão.

A pesquisa só foi possível de ser realizada devido ao apoio da Coordenação de Pesquisa e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que concedeu uma bolsa de mestrado a Alan Pedro de Araújo, entre março de 2017 e fevereiro de 2019.